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O Cachorrada em parceria com Turismo 4 Patas ajuda a você a preparar uma ótima viagem com todas as dicas necessárias para não ter dor de cabeca.

Todas as informações foram obtidas no site da Turismo 4 Patas.
 
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Viagem Aérea
  • Consulte a companhia aérea para verificar normas e tarifas específicas bem como informar-se sobre as exigências para transporte de pets.
  • Neste caso, a caixa de transporte é a nossa única opção. Veja as informações necessárias no capitulo referente.
  • Posso ser transportado na cabine ou como carga viva (porão). Mas, para que eu possa te acompanhar na cabine vai depender do meu peso junto com a caixa de transporte. O limite varia de 5 a 10 quilos, depende das normas da companhia aérea. Neste caso, a minha caixa de transporte deve ser flexível e impermeável, para caber embaixo do banco.
  • Agora, se o meu peso exceder o limite da companhia aérea para a cabine, a única opção é viajar no compartimento de cargas, como a carga viva. O compartimento de cargas é preparado para animais vivos, e tem pressurização e climatização igual a da cabine. Lá, eu ficarei sozinho, mas é mais rápido para me acalmar, já que não tem muito barulho, nem muita luz, e nem cheiro de comida passando pra lá e pra cá.
  • Para ir no porão, a nossa única opção é uma caixa de transporte dura, feita de fibra de carbono ou plástico duro. Tente não economizar muito na caixa, porque caixas de menor qualidade podem ceder, abrir a trava ou virar, e isso pode me machucar. Lembre-se de que ela deve ter espaço suficiente para que eu possa dar uma volta em torno de mim mesmo e ficar de quatro sem bater a cabeça no teto. Mas não exagere no tamanho, pois posso me machucar numa turbulência ou no embarque e desembarque. Ah! E também não pode ter rodinhas, porque a caixa pode virar dentro do avião, ok?
  • Se for a primeira vez, não esqueça de me dar um tempo para a adaptação e de fazer com que a minha caixinha seja confortável.
  • No caso de viagens longas, pratos de comida e água devem ficar fixos na caixa de transporte, existem produtos específicos para isso. Em vôos curtos não é necessário colocar comida, porque só estando hidratado eu me viro bem, e com muita comida eu posso passar mal. Coloque na minha caixa o meu brinquedo favorito e a minha manta, se a tiver, para que eu me sinta mais seguro.
  • Não deixe de colocar uma etiqueta com o local de destino e dados para contato, além de instruções sobre fornecimento de comida e água, se necessário.
  • Quanto aos valores, cada empresa aérea tem as suas regras. Podem cobrar uma taxa fixa por animal, ou além da taxa fixa ainda cobrar por quilo do animal com a caixa de transporte, e ainda existem outras que só cobram por quilo do animal com a caixa de transportes.
  • Alguns países não permitem que eu viaje com você, no mesmo vôo. Eles exigem que eu seja enviado como carga viva para exportação, o que também não tem problema, porque é um método até mais seguro e evita extravios. E eu te encontro no aeroporto no destino. Nestes casos, o preço da minha viagem fica um pouco mais caro, variando de acordo com as dimensões da minha caixinha de transporte, e é obrigatório que você contrate um despachante ou empresa especializada para fazer o embarque.
  • Escolha com cuidado a data e o horário do vôo. Os meses de verão e de inverno são inconvenientes para animais que tenham de viajar no porão. Nesse caso, se a temperatura na cidade de origem ou na de destino estiver abaixo de 7 graus ou acima de 30 graus, é melhor desistirmos do vôo. Nos dias mais quentes, melhor viajarmos à noite; nos mais frios, prefiro os vôos diurnos.
  • Dê preferência a vôos diretos, ou seja, sem escala. Em caso de vôos com conexões, cheque com a companhia aérea se os aviões terão compartimento pressurizado para animais. Algumas empresas como possuem espaços e serviços especiais para atender pets nesta situação. A Lufthansa, por exemplo, disponibiliza no aeroporto de Frankfurt (Alemanha), um “animal lounge” especialmente feito para que cuidem de animaizinhos em conexão. Cada um tem sua baia individual, e cuidados veterinários, deste jeito eu espero pelo próximo vôo tão confortável quanto você. Na American Airlines, lounges denominados "Pet Relief Area", são disponibilizados em diversos aeroportos para que os pets possam relaxar antes da viagem ou durante a espera em conexões. Geralmente são áreas gramadas, com água e supervisão.
  • Faça a minha reserva com o máximo de antecedência, juntamente com a sua. Assim poderemos garantir a minha vaga já que o número de animais permitido por aeronave é limitado. E ligue uma semana antes para reconfirmar. Desta forma, é certeza que eu não fico para trás na última hora e nós viajamos no mesmo voo.
  • Chegue cedo ao aeroporto e confira com a companhia aérea as condições para o meu transporte. A média recomendada é de três horas antes. E se tiver algum probleminha, teremos tempo de resolver.
  • Sedação nem pensar! Muito menos por conta própria!! Se achar necessário, converse com o meu veterinário para a administração de algum calmante bem fraquinho, de preferência um floral caso eu seja muito agitado. Sedação não funciona direito, porque ela só dura por três horas, e eu posso acordar no meio do vôo. Imagine!! Será muito pior acordar sem saber o que está acontecendo e sem você por perto para me acalmar. A sedação também pode fazer com que eu perca a minha habilidade natural de manter meu corpo em equilíbrio. Também em caso de turbulências, eu não poderei me defender, me segurar na caixinha e poderei me machucar. Além disso, a altitude pode provocar algum efeito não-esperado no organismo, se eu estiver sedado. A Associação de Veterinários dos EUA concorda comigo. Quer ver?? Então clique Aqui.
Fonte: Turismo 4 Patas
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